Sobre

Uma carreira guiada por curiosidade, responsabilidade e desejo de transformar.

Executivo, consultor, advisor, inventor e líder de equipes em ambientes de alta complexidade. Mas, antes de qualquer título, alguém que acredita que tecnologia só faz sentido quando melhora negócios e a vida das pessoas.

Minha relação com tecnologia começou antes de ela ocupar o centro da estratégia empresarial. Acompanhei a passagem do mainframe para arquiteturas distribuídas, da internet para o mobile, da automação para a inteligência artificial — e aprendi que toda grande mudança tecnológica é, na verdade, uma mudança humana.

O executivo entre dois mundos

O principal executivo de tecnologia vive entre mundos que usam linguagens diferentes. De um lado, conselhos, investidores, CEOs e áreas de negócio discutem crescimento, margem, risco, reputação e experiência do cliente. De outro, equipes técnicas lidam com arquitetura, segurança, dados, engenharia, disponibilidade e dívida tecnológica.

Meu trabalho sempre foi criar pontes entre esses mundos. Traduzir complexidade sem banalizá-la. Criar ambição sem ignorar riscos. Exigir velocidade sem comprometer a sustentabilidade. E fazer com que tecnologia deixe de ser percebida como um centro de custo isolado para tornar-se parte da capacidade competitiva da organização.

“A maturidade de uma empresa não está em quantas tecnologias ela adota, mas em quão bem consegue transformar tecnologia em decisão, experiência e resultado.”

Liderança em escala

Ao longo da carreira, liderei estruturas com milhares de profissionais, diferentes países, múltiplos fornecedores e operações que não podiam parar. Essa experiência me ensinou que escala exige uma arquitetura própria de liderança.

Clareza de propósito é mais poderosa do que controle excessivo. Decisão descentralizada só funciona quando responsabilidade e critérios estão claros. Reconhecimento precisa ser específico. Governança precisa acelerar decisões relevantes — não apenas produzir rituais e documentos.

Um olhar além do trabalho

Família é meu principal ponto de referência. A convivência com meus filhos reforça algo que levo para a vida profissional: curiosidade, capacidade de aprender e disposição para explicar temas complexos de maneira simples.

Viajar também é uma forma de ampliar repertório. Culturas, cidades, aeroportos, serviços, experiências digitais e formas distintas de organizar a vida despertam meu olhar de executivo e de consumidor. Aviação, tecnologia, inovação, gastronomia e planejamento são interesses que frequentemente se encontram — inclusive na maneira como observo negócios.

O próximo capítulo

Depois de uma trajetória em organizações de grande porte, sigo interessado por desafios em que experiência, visão estratégica e capacidade de execução possam criar um novo ciclo de valor. Isso pode acontecer em uma posição executiva, em um conselho, como advisor ou em projetos de transformação que exijam profundidade e pragmatismo.